domingo, 29 de julho de 2012

"Podia contar de quando você me fez sorrir pela primeira vez
sem jeito,
de repente,
você me fez sorrir assim,
e de repente fez outra vez,
e outra e outra,
e enquanto você me fazia sorrir
nascia um jardim de flores dentro de mim [..]"

quinta-feira, 26 de julho de 2012

"Porque se você não vem é como se o tempo fosse passado em branco, como se as coisas não chegassem a se cumprir porque você não soube delas."

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Se eu te pudesse fazer saber de alguma forma que tudo que eu dizia sentir era sério, era de verdade. Porque foi,  porque ainda é. Se eu te pudesse fazer entender como tá difícil carregar isso tudo, ter que sorrir ou fingir leveza quando se quer esconder as dores do mundo. Ter que engolir os dias travados na garganta como uma imensa bola de fero amargando pro dentro. De como eu ainda não entendo como, aonde, quando, nem porque te perdi. De como eu ainda me sinto só no meio da multidão. Eu sei que se eu conseguisse te fazer entender pelo menos um pouquinho do que se passa qui dentro, você ligaria pra mim e não me deixaria  mais sofrer. Porque quero acreditar que aí dentro ainda existe um pedacinho daquele menino incrível que eu conheci um dia. Ainda que perdido, mas que exista. Aquele menino que mesmo distante me fazia feliz. Porque às vezes - como agora - parece que foi tudo em vão.

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Escrevo numa noite cinzenta e fria. E aqui com os olhos pregados na tela branca, deixo que que o barulhinho da chuva ofusque as batidas descompassadas do meu coraçãozinho agora minusculo, enquanto em minha mente todo as sensações se formam em fração de segundos, atropelando as palavras que nem consigo transcrevê-las direito. Mas eu sei que tá cada vez mais difícil, cada vez mais complicado caminhar  ou pisar no chão. E que de repente fica difícil perceber em quem se pode confiar. E que alguns de repente tentam fazer de tudo pra entristecer o seu sorriso. Mas aí você lembra que precisa ser forte, que isso talvez seja um preço, e se fazer de cego diante de tudo isso acaba sendo a sua principal moeda. Aí é quando eu sinto um aperto agudo no peito, da sensação cortante de não ter mais chão pra se pisar, de não ter um Porto seguro, onde mesmo que distante, poder repousar.